Essa mania de varrer meio tapeado
Me vem do tempo da vassoura de guanxuma
(C)
Marca saudade que maneio uma por uma!
Estância grande da potrada caborteira
Que corcoveava no sentar prendendo o berro
(C)
Guardando a chama da vivencia galponeira!
Cancha dos tauras mel varrida e mal aguada
Na sacristia memorial da raça antiga
(C)
Com riscos fundos de chilena enferrujada!
Mal repontados com misturas de gravetos
Ciscos de crinas e de pêlos e cavacos
(C)
Entre as clavadas das marcas dos espetos.
Andei caminhos porque andar mal acostumado
tenteando rumos pra enfrentar um tempo novo
(C)
ficaram marcas da vassoura de guanxuma!