Quem foi que f-e-e-e-z a mágoa
E não pediu peerdão
Se um grande amor a-acaba
Quem é que tem razão
Se o erro, enfim, se paga
Com tanta s-o-li-dão
O saldo a gente guarda
Pra depois como record-a-ção
O saldo a gente guarda
Pra depois como record-a-ção
Teu olhar iluminava
O mar que havia no meu coração
Meu barco de sonhos
Tranqüilo
Navegava em meu delírio
Entregue em tuas mãos
Mas o tempo sempre apaga
O fogo de qualquer paixão
E lança, sem pena,
As flores que restaram
Nas águas da desilusão